As dúvidas e angustias de uma mãe de primeira viagem quando descobre que o seu tesouro é especial...
Mostrar mensagens com a etiqueta crescer. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta crescer. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Adivinham?

Para hoje, um pequeno quiz-show!
Adivinhem lá!!!
- Quem é que se portou muito bem na consulta de neuropediatria?
- Quem é que já pronuncia as palavras correctamente?
- Quem é que entende tudinho o que se lhe diz?
- Quem é que já vai fazendo recadinhos?
- Quem é que se portou como um homem grande quando a mãe lhe cortou o cabelo na semana passada?
- Quem é que pede beijinhos?
- Quem é que já começou com as aulas de piano e tem feito sucesso?
- Quem é que tem cada vez mais vocabulário em Inglês?
- Quem é que tem uma mãe e um pai babados?

Ah pois é, bebé!
 Last but not least:
- Quem é que tem as análises genéticas perfeitas e livre de complicações?



quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

A bicha do demónio e nós...


Não, não vou fazer um blog dedicado à gata. Podia, mas não.
Para quem ainda não sabe, em Dezembro aumentámos a família e adoptamos uma gatinha (família, sim!). Foi uma negociação difícil mas lá chegámos à conclusão que, se estimulasse o pequeno, valia o esforço (que é como quem diz, tanto melguei o pai que ele lá me deixou ter um gato só para não ter que me ouvir!!!). Adiante.

Os primeiros dias foram deliciosos. O Diogo procura a Mia, sempre respeitando o seu espaço (nada de apertões nem puxões de cauda) e a Mia procura o Diogo, sem arranhadelas ou mordidelas. Era portanto de esperar que o interesse de ambos fosse desvanecendo com o passar dos dias...

WRONG!

Continuam a adorar-se mutuamente. A primeira coisa que o piolho pede de manhã é a Mia! Só para olhar para ela e fazer uma festita rápida. Até durante o sono chama por ela... e ela lá vem, senhora do seu nariz, cheirar o pequeno e desejar um bom dia. Depois lá seguem para os seus afazeres matinais: vestir, tomar o pequeno almoço e ir para a escola (o Diogo) e desarrumar, destruir e planear a conquista do mundo (a gata, claro!).

Se eu acho que um animal de estimação faz bem a uma criança diferente? Acho. A uma criança normal também
No entanto, e como já falei com vários pais que estão a pensar aumentar a família com um bichano ou canito, acho que devo chamar a atenção para uma ou duas coisitas:

- É uma questão de sorte. Não é por o bicho ser de "marca" ou rafeiro que temos a certeza de ser dócil ou indicado para lidar com crianças.
- Não atazanem o juízo ao bicho. Se querem um animal calmo e que não ande sempre com as unhas de fora, não o excitem a torto e a direito! Nada de puxar rabos, apertar orelhas e assustar um animal que queremos que não arranhe os nossos filhos!
- Vacinas em dia. Desparasitar bicho e família. Se não o fizerem, correm o risco de ter que explicar aos vossos filhos porque o bicho desapareceu lá de casa...
- Muita atenção nos primeiros dias. Aos dois. Explicar que o bicho sente dor se for apertado e que o puto não gosta de ser arranhado (tentar...)
- Saber esperar... se eles não se ligam nos primeiros dias, deixar andar. Com o tempo vão ser grandes amigos.

E prontos. Agora só falta deixar as provas de que é possível um gato ser tão amigo de uma criança como um cão! AHHHHHH! Aqui vai também a Nina, que está em casa dos avós! Preta mai linda!!!!!




















 Convencidos?

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Na cama com os pais...

Sim, gente.
O puto dorme comigo.
Sim, também sei que há muita gente que diz que isso pode comprometer a independência dele, a sua autonomia, que destrói o contacto intimo dos pais e blá, blá, blá... O que é certo é que não passo a noite a pensar que ele está destapado e cheio de frio, sei sempre quando ele tem tosse ou o nariz entupido e assim que tem um pesadelo estou lá para o abraçar e acalmar. E sabe tão bem quando ele acorda e vê que está ali, no meio dos pais e se enrosca até encaixar na perfeição no seu cantinho (leia-se 90% da cama). É melhor que uma botija de água quente. Claro que há pontapés e palmadas nocturnas, mas acho que há mais vantagens do que nódoas negras. Ah! E estraga a dinâmica do casal? Só se ela já estiver estragada...

Googlem. Vão ver que a nova geração de psicólogos, psiquiatras e pediatras se estão a inclinar para o cosleeping. Só para abrir a apetite:

Cosleeping Around The World
by James J. McKenna, Ph.D.
"For the overwhelming majority of mothers and babies around the globe today, cosleeping is an unquestioned practice. In much of southern Europe, Asia, Africa and Central and South America, mothers and babies routinely share sleep. In many cultures, cosleeping is the norm until children are weaned, and some continue long after weaning. Japanese parents (or grandparents) often sleep in proximity with their children until they are teenagers, referring to this arrangement as a river - the mother is one bank, the father another, and the child sleeping between them is the water. Most of the present world cultures practice forms of cosleeping and there are very few cultures in the world for which it would ever even be thought acceptable or desirable to have babies sleeping alone."
                    in http://www.naturalchild.org/james_mckenna/cosleeping_world.html, 15/02/2012



Para quem já pratica ou está inclinado a experimentar, aqui vai um guia rápido
















Just in case...


quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Estamos a crescer!

Sim, eu também... para os lados... grunf.

Mas quem está a crescer mesmo é o puto cá de casa.

Orgulho-me de anunciar que, finalmente, a Dona Chucha foi dispensada das suas funções! 

Desde sábado que a sua presença não se faz notar nem cá em casa nem no infantário (apesar de pontualmente ainda se questionar o seu paradeiro).
Apenas uma batalha ganha, mas que dá novo alento à guerra! Venha a próxima!

Tenho que falar... senão dou em doida!

Todos dizem que está tudo bem mas o meu mundo desaba num segundo... Decidi escrever um blog (porque não?), onde vou desabafando e limpando a alma.

Quantos pais não estarão na mesma situação? Ter um filho diferente e não ter certeza de nada? Receio do futuro? E quanta ansiedade muitas vezes não significa NADA? Ou seja, passar 5 ou 6 anos com o coração nas mãos e depois está tudo bem, era só "uma questão de ritmo"? No meu caso, ainda continuo com a malvada incerteza, mas quem sabe...

E porque não desabafar aqui também? Terapia gratuita...
comentários, agradecem-se!